Instituto de Odivelas (IO)

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Árvore "Avó"

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Árvore "Avó" do Instituto de Odivelas Classficada de Interesse Público

A árvore "Avó" do Instituto de Odivelas (Phytolacca dioica L.) foi classificada de interesse público.

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Actualizado em Quinta, 01 Março 2012 16:41
 

Hino do Instituto de Odivelas

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Algumas Imagens de Outros Tempos

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No âmbito das comemorações do 112º aniversário do Instituto de Odivelas (IO) aqui ficam algumas fotografias históricas (fotografias do arquivo do IO).

A aluna N.º 1 - Albertina Lopes de Assis Gonçalves (à direita, com a família). O irmão, aluno do Colégio Militar, a irmã Lídia foi aluna do IO. Sem data.

A aluna N.º 1 - Albertina Lopes de Assis Gonçalves (à direita, com a família). O irmão, aluno do Colégio Militar, a irmã Lídia foi aluna do IO. Sem data.

Aluna nº1 destacada. Sem data.

Aluna nº1 destacada. Sem data.

Grupo de Oficiais (o segundo de pé a contar da direita é o pai da Aluna N.º 1, Francisco Gonçalves). Sem data.

Grupo de Oficiais (o segundo de pé a contar da direita é o pai da Aluna N.º 1, Francisco Gonçalves). Sem data.

A aluna N.º 1 entrega prémio a aluna na Cerimónia da Abertura Solene – 1955.

A aluna N.º 1 entrega prémio a aluna na Cerimónia da Abertura Solene – 1955.

Uniforme de Saída de 1900, Idalina do Carmo Pereira de Magalhães, com o uniforme externo. Sem data.

Uniforme de Saída de 1900, Idalina do Carmo Pereira de Magalhães, aluna nº7. Sem data.

Aula na Casa da Luz, Almanach Bertrand, 1903, p. 366-369.

Aula na Casa da Luz, Almanach Bertrand, 1903, p. 366-369.

Casa de jantar na Casa da Luz, Almanach Bertrand, 1903, p. 366-369.

Casa de jantar na Casa da Luz, Almanach Bertrand, 1903, p. 366-369.

Dormitório na Casa da Luz, Almanach Bertrand, 1903, p. 366-369.

Dormitório na Casa da Luz, Almanach Bertrand, 1903, p. 366-369.

Recreio - Já em Odivelas, após as obras de adaptação, In Portugal Militar, Nº 2, 1º ano, Fevereiro de 1903, p.19.

Recreio - Já em Odivelas, após as obras de adaptação, In Portugal Militar, Nº 2, 1º ano, Fevereiro de 1903, p.19.

Primeiro Diretor General Pimentel Pinto.

Primeiro Diretor General Pimentel Pinto.

Actualizado em Domingo, 15 Janeiro 2012 10:01
 

Um Pouco de História

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O Infante D. Afonso – fundador do Instituto Infante D. Afonso

No próximo dia 14 de janeiro de 2012 comemora-se o 112º Aniversário do Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso). Fica aqui um pouco da história do nosso colégio.

O Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso) foi fundado pelo Infante D. Afonso Henriques, (1865 - 1920), Duque do Porto e Condestável do Reino, a 14 de janeiro de 1900.

A cerimónia de inauguração oficial foi presidida pelo Rei D. Carlos e contou com a presença da Família Real e de individualidades civis e militares. O ato oficial, com a assinatura do termo de inauguração, seguido de festa e de jantar, teve lugar no casa dos condes de Mossâmedes, na Estrada da Luz, em Lisboa. Igualmente ali, na chamada Casa da Luz, funcionou provisoriamente a escola, com 17 alunas, enquanto decorreram as obras no edifício do antigo Mosteiro de Odivelas. Em novembro de 1902, o Instituto Infante D. Affonso passou a funcionar nas instalações renovadas.

Gravura da família real portuguesa. Sem data.

1. Da “iniciativa simpática” à inauguração.

Em 1898, um grupo de oficiais do Regimento n.º 1 de Infantaria da Rainha (D. Maria Pia) teve, de acordo com o jornal O Século de 27 de fevereiro, “uma iniciativa sympatica [e se] lembrou da fundação de um collégio para a educação das filhas de oficiais, nos mesmos termos do collégio militar”.

Também segundo a imprensa da época, “Foi um capitão d’esse regimento, o senhor Alfredo António Alves, quem alvitrou a fundação de um estabelecimento, analogo ao Colegio Militar, para educação e instrucção de filhas de officiaes, o qual, alem dos indispensáveis conhecimentos litterarios, desse ás educandas uma profissão honesta e em harmonia com a profissão dos paes.” E mais adiante: “… foi uma commissão solicitar da rainha D. Maria Pia, e de seu filho o infante D. Affonso, o patrocínio dos seus nomes e da sua influencia para a instituição nascente”. (Almanach Bertrand de 1903).

Entretanto, iniciaram-se os trabalhos preparatórios com a formação da Comissão Executiva, presidida pelo Infante D. Afonso, com vista à elaboração das bases dos Estatutos e à organização económica da futura instituição de ensino.

Fotografia da Rainha D. Maria Pia e do Infante D. Afonso - Palácio Nacional da Ajuda. Sem data.

Ainda em 1898, a 4 de junho, a Rainha D. Maria Pia e o Infante D. Afonso visitaram o Mosteiro de Odivelas, edifício pedido ao Ministério da Fazenda para casa do futuro estabelecimento militar de ensino. Tal pedido acontecera dias antes, num ofício datado de 27 de maio onde o Infante D. Afonso indicava: “… edifício que muito convem seja o Convento de Odivellas, que magnificamente se presta aquelle fim." (Arquivo Histórico das Finanças – Institutos Religiosos, Freiras).

Por Decreto de 30 de maio de 1834 tinham sido extintas as Ordens Religiosas em Portugal e os bens dos mosteiros e conventos, quer masculinos, quer femininos, tornaram-se “bens da Fazenda Nacional”, ou seja, património do Estado. Em 1886, com a morte da última abadessa, o Mosteiro de Odivelas foi incorporado na Fazenda Nacional. Finalmente, a 6 de agosto de 1902 seria lavrado o auto de entrega do antigo convento, incluindo a propriedade rústica “Valle das Flores”, ao Instituto Infante D. Afonso.

A 9 de março de 1899, o Rei D. Carlos aprovou o Estatuto do Instituto Infante D. Afonso. Eis um excerto do seu Artigo 2º:

“Sob a protecção de Suas Magestades e Altezas é criado um colégio para instrução e educação de filhas (…) de oficiais combatentes e não combatentes da armada e dos exercitos do reyno e do ultramar, com a finalidade, (…) de dar as alunas a necessaria educação moral e religiosa, uma instrução geral e, alem disso, a instrução profissional que possa, de futuro, criar-lhes os precisos meios de subsistência.” (Ordem do Exército n.º 2 – 9 de março de 1899).

A criação do Instituto Infante D. Afonso teve, inicial e especialmente, como finalidade instruir e educar órfãs filhas de oficiais mortos em combate ou por doença. Com esse propósito fora, igualmente, criado o Real Colégio Militar, em 1803. Em França, já anteriormente, em 1807, tinha sido criado um colégio em Saint-Denis, próximo de Paris, a Maison d’ Éducation de La Légion d’Honneur, destinado às filhas dos oficiais franceses da Légion d’Honneur.

Os estatutos do colégio francês serão estudados e constituirão uma das fontes para a redação dos primeiros Estatutos do Instituto Infante D. Afonso. De referir que desde 1977, o IO e a MELH mantêm um intercâmbio anual, cultural e de línguas.

No dia 14 de janeiro de 1900 nasceu o Instituto Infante D. Afonso. O Conselheiro e General Luiz Augusto Pimentel Pinto foi o seu primeiro Diretor, (de 14 de janeiro de 1900 a 14 de outubro de 1911), e Albertina Lopes de Assis Gonçalves foi a Aluna nº 1.

Primeiro Diretor – General Luiz Augusto Pimentel Pinto.

2. Uma história viva.

Não é demais lembrar o testemunho de vida dedicado ao Instituto de Odivelas que é a antiga aluna e antiga funcionária Sra. D. Ilda Gonçalves Vieira que completou, no dia 22 de julho de 2011, 100 anos de idade e que entrou para esta escola com 7 anos de idade, no ano de 1919.

Para mais informação consultar Antigas Alunas no Menu Principal deste sítio.

3. De Instituto Infante D. Affonso a Instituto de Odivelas (Infante D. Afonso).

Ao longo dos tempos, mercê de diversas conjunturas políticas e socioeconómicas e, consequentemente, de variadas conceções ideológicas e educativas, o Instituto de Odivelas conheceu outras designações.

Após a implantação da República foram atribuídos dois nomes: a 6 de novembro de 1910 passou a chamar-se INSTITUTO TORRE E ESPADA e por diploma de 25 de maio de 1911 foi criada a “Obra tutelar e social do Exército de Terra e Mar” com a designação: INSTITUTO FEMININO DE EDUCAÇÃO E TRABALHO.

No Decreto-Lei n.º 32615, de 31 de dezembro de 1942 foram aprovados os atuais Estatutos e a nova designação: INSTITUTO DE ODIVELAS. O Despacho do Chefe de Estado Maior do Exército de 22 de abril de 1988 determinou: “Aprovo que o Instituto de Odivelas passe a usar a designação de INSTITUTO DE ODIVELAS (Infante D. Afonso).

Na comemoração do 110º Aniversário do Instituto de Odivelas esteve presente Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva. Cite-se a Página Oficial da Presidência da República Portuguesa, aquando da ocasião comemorativa:

“O Presidente da República salientou, ainda, que o Instituto de Odivelas é uma instituição de elevada credibilidade, que interessa a Portugal acarinhar e incentivar, e da qual têm saído mulheres que têm prestado relevantes serviços ao País nas diversas áreas da cultura, das artes e das ciências, fazendo votos para que continue a preservar e honrar a sua história, as suas tradições e os seus princípios."

No próximo dia 14 de janeiro de 2012, o Instituto de Odivelas completará 112 anos.

A história deste estabelecimento militar de ensino é longa, rica e complexa, nos seus protagonistas, na adoção de diferentes planos de estudos, na criação e na implementação de práticas educativas já seculares mas então inovadoras e/ou únicas para a época. Com efeito, pelo Instituto de Odivelas passaram gerações e gerações de meninas e raparigas, de professoras e professores, de pessoal civil e militar, de diretoras e diretores…

Fontes consultadas:

Regulamento Interno do Instituto de Odivelas – 2011/2012;

SILVA, Cesaltina do Nascimento e LEITÃO, Maria Noémia de Melo, Instituto de Odivelas - 90 anos ao Serviço da Educação, Lisboa, 1990.

Actualizado em Domingo, 29 Janeiro 2012 16:55
 

Tomada de Posse do Diretor do Instituto de Odivelas

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Na quarta feira, dia 13 de Julho de 2011, pelas 10:30 horas, na Sala do Tecto Bonito, tomou posse como Director do Instituto de Odivelas o Senhor Coronel José Paulo Bernardino Serra.

Na cerimónia de tomada de posse, a Senhora Subdirectora apresentou as boas-vindas, desejou um excelente trabalho e manifestou a disponibilidade de colaboração de toda a comunidade educativa, civis e militares.

O Senhor Director Bernardino Serra, depois de agradecer as palavras da Senhora Subdirectora, declarou que encerrar e iniciar capítulos é um processo que faz parte da História de todas as instituições. Acrescentou que considera uma honra trabalhar no Instituto de Odivelas e que conta com a cooperação de todos para o bom sucesso deste estabelecimento militar de ensino.

Actualizado em Quarta, 13 Julho 2011 18:13
 


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